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Anos Anteriores

A Pandemia e os Números

Oito de dezembro de 2019: os primeiros casos de coronavírus são registrados em um hospital de Wuhan, na China. Cinco de janeiro de 2020: a OMS (Organização Mundial da Saúde) publica o primeiro comunicado sobre o assunto, relatando 44 casos de “pneumonia de causa desconhecida”, em Wuhan. Dia 28 de janeiro de 2020: OMS admite o risco de pandemia.

Corta para o Brasil, dia 26 de fevereiro de 2020: confirmado o primeiro caso de coronavírus, em São Paulo (SP). Em 9 de março, o País já tem 25 casos confirmados e 930 suspeitos. Dois dias depois, a OMS declara a pandemia de coronavírus. No dia 13 de março, o Ministério da Saúde regulamenta os critérios de isolamento e quarentena. Dia 17 é registrada a primeira morte por Covid-19 no Brasil. Em 24 de março, com mais de 2 mil casos (305 no estado do Rio de Janeiro) e 47 mortes no País, o Rio de Janeiro decreta quarentena rigorosa. Pouco mais de um ano depois, o Brasil registra o trágico número de 300 mil mortes por Covid-19, novas variantes do coronavírus e o colapso da rede de saúde pública e privada.

Todo esse drama vivido pelo País e acentuado nos últimos meses deixa a população em constante estado de alerta e medo e a economia em declínio, numa curva negativa proporcional ao crescimento de casos de mortes. Sob o efeito da pandemia, a economia brasileira encolheu 4,1% em 2020. Essa queda do PIB (Produto Interno Bruto), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos por um país em determinado período de tempo, foi a maior desde 1990 e a terceira maior em 120 anos. O índice só não foi pior devido à circulação de recursos provenientes do auxílio emergencial, distribuído para parte da população nos primeiros meses de enfrentamento da pandemia.

O fato é que a economia brasileira já não vinha bem e a pandemia piorou o quadro. A crise atingiu setores diversos, incluindo os de serviços essenciais, como o de transporte de passageiros por ônibus, onde o impacto das medidas de isolamento social para conter a propagação da Covid-19 persiste, com dados preocupantes. De acordo com levantamento realizado pela NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), “um ano após o início da pandemia, os sistemas de transporte público coletivo urbano de todo o País amargam prejuízos acumulados de R$ 11,75 bilhões devido à drástica redução das receitas decorrente da queda da demanda de passageiros, agravada pela falta de medidas de socorro emergencial específicas por parte do governo federal”.

2020 - Balanço Social

BalançoSocial 2020

No Grupo JAL, também enfrentamos os efeitos nefastos da pandemia, sendo o pior deles a perda irreparável de colaboradores que deixarão saudades eternas. A crise causou ainda a redução de investimentos em projetos e ações já fincados dentro de nossos valores há tantos anos e que representam motivo de orgulho para a diretoria e para todo o corpo de colaboradores.

Ao divulgarmos o Balanço Social de 2020, registramos índices abaixo do que tem sido praticado ao longo de toda nossa história, especialmente a partir da implantação do Sistema Integrado de Gestão (SIG). Como descrevemos nesse texto, essa é uma realidade comum a todo o segmento de transporte público do Brasil. Porém, mantendo nosso compromisso com a transparência na divulgação anual dos dados, apresentamos o Balanço Social 2020.

Aproveitamos para reforçar que acreditamos que a única solução viável para sairmos dessa crise sanitária, social e econômica é a vacinação em massa da população. Somente essa medida poderá nos colocar novamente na direção certa da estrada que costumamos trilhar.

2019 Balanço Social

BalançoSocial 2019