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Números de casos de dengue crescem em cinco estados e alerta é ligado

  • 9 de mar. de 2022
  • 1 min de leitura

Especialistas preveem que 2022, já marcado pelos recordes do coronavírus por causa da variante ômicron, será um ano de maior incidência de dengue. Em pelo menos cinco estados – Minas Gerais, onde as infecções por dengue cresceram 94%, Alagoas, Rio Grande do Sul, Tocantins e São Paulo (em algumas cidades do interior) – os casos de dengue têm aumentado.

Esse cenário aponta para a importância de manter, desde já, o controle sobre a proliferação do mosquito Aedes aegypti, para evitar os focos da dengue, além da zika e chikungunya, cujos vírus também são transmitidos pelo Aedes aegypti. E atenção para os períodos chuvosos atrelados ao calor, que são favoráveis à proliferação do mosquito.


Para prevenir da dengue, é preciso, primeiramente, lutar contra o mosquito, destruindo seus criadouros. Como? Evitando o acúmulo de água parada, limpando sempre as caixas d’água e mantendo-as fechadas, trocando a água de vasos de plantas aquáticas regularmente, secando os pratinhos dos vasos de plantas, limpando os ralos, tratando a piscina com cloro e nunca descartando lixo de maneira inadequada. Além disso, deve-se evitar locais onde se conhece a existência de mosquitos e, quando estiver nessas regiões, utilizar roupas que cubram a maior parte do corpo e usar repelentes. Mosquiteiros também podem ser utilizados para cobrir as camas, bem como telas nas janelas.


dengue é uma doença viral que todos os anos acomete milhares de pessoas em nosso País. Ela é transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti e é considerado um grave problema de saúde pública. Seus principais sintomas são: febre alta, dor de cabeça, dor muscular, dor nas articulações, dor atrás dos olhos, prostração,  manchas vermelhas na pele e até náusea e vômito. Nos casos mais graves, como o da febre hemorrágica, podem ser apresentadas manifestações hemorrágicas, acúmulo de líquidos e problemas como insuficiência circulatória e aumento anormal do tamanho do fígado (hepatomegalia), podendo levar o indivíduo à morte.


Não existe um tratamento específico para a doença, apenas para os sintomas. São recomendados repouso e hidratação. Nos casos mais graves, internação e hidratação venosa. Não se deve utilizar medicamentos que possuam ácido acetilsalicílico, pois podem desencadear hemorragias.

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